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Alongamento ao acordar: por onde começar de pijama

Acordar enferrujado é comum. Veja como fazer um alongamento ao acordar em ritmo lento, em qual posição começar e quando parar.

Equipe Bem na Rotina4 de outubro de 20263 min de leitura

Pessoa de costas alongando os braços para cima ao ar livre
Foto: StockSnap (domínio público)

Acordar meio enferrujado é comum. Depois de horas quase na mesma posição, o corpo costuma precisar de alguns minutos de movimento para sair do modo noturno, e isso não diz nada sobre o seu condicionamento. A resposta curta para quem chegou aqui com essa dúvida: dê ao corpo alguns minutinhos de movimento lento antes de cobrar ritmo de você. Ainda de pijama, sem equipamento nenhum.

Por que o corpo demora a destravar

Durante o sono você se mexe pouco e passa muito tempo na mesma posição. Quando o despertador toca, a sua cabeça já está na lista de tarefas, mas o corpo ainda está no turno da noite. O passo curto até a cozinha e a dificuldade de se abaixar para calçar o tênis costumam ter a ver com isso: faz horas que nada se mexeu de verdade. Alguns minutos de movimento leve tendem a mudar essa sensação mais rápido do que esperar o café agir.

Alongamento ao acordar: ritmo lento antes de amplitude

Na pressa, a tentação é esticar forte para "sentir" que alongou. Vale testar o contrário: ir até onde é confortável, respirar fundo e repetir o movimento devagar algumas vezes. Amplitude grande logo na primeira manhã costuma deixar a região sensível e desanimar no dia seguinte, o que é justamente o oposto do que você quer.

Por onde começar quando tudo parece travado

  • Ombros: rolar para trás devagar, com os braços soltos ao lado do corpo.
  • Costas: arredondar e soltar a coluna sem pressa, acompanhando a respiração.
  • Pernas: trazer um joelho de cada vez na direção do peito, com calma.
  • Respiração: algumas respirações longas subindo e descendo os braços, para fechar.

Escolha a posição que o seu corpo aceita hoje

A melhor posição é a que o seu corpo aceita hoje, e ela pode mudar de um dia para o outro. Dormiu mal ou acordou com o pescoço torto? Fique na versão mais fácil, sem discussão. Se um movimento incomodar, a versão sentada costuma dar conta: você mantém o apoio e tira a demanda de equilíbrio do caminho.

Mesmos movimentos, quatro apoios possíveis

  • Deitado na cama: a opção mais fácil, boa para quem acorda com o corpo mais sensível.
  • Sentado na beirada da cama: dá espaço para girar o tronco e soltar os ombros.
  • Sentado na cadeira, com os pés no chão: útil quando o colchão é muito mole.
  • Em pé, com uma mão na parede: a versão mais exigente, e o apoio continua ali.

Como isso cabe numa manhã corrida

O maior concorrente desses minutinhos é o celular. Na mão, ele come um tempão sentado na beirada da cama sem você perceber. Uma ideia é deixar o aparelho longe e combinar com você mesmo que o movimento vem antes da primeira rolada de tela. Se ajudar, coloque um despertador antigo na mesinha e deixe o celular carregando do outro lado do quarto.

Essa manhã não precisa virar treino. A ideia é só avisar o corpo que o dia começou, em ritmo de pijama, antes das pressas. Na página de exercícios do site a sequência está montada na ordem, com as opções deitado, sentado e em pé, para você abrir no celular e seguir junto.

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